A partir de 1º de outubro, o comércio entre os países do Mercosul e da EFTA, Associação Europeia de Livre Comércio, passa a ser ampliado. É o que prevê o acordo promulgado nesta sexta-feira, depois de aprovado no Congresso, em junho deste ano. 

Com isso, Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia – do Mercosul – passam a fortalecer o fluxo de bens, investimentos e serviços, em uma área de livre comércio, com Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça, da EFTA.
Para o Brasil, o acordo facilita a entrada de produtos nacionais nos mercados dos países da EFTA. Com isso, o governo prevê a “ampliação da balança comercial, a facilitação de procedimentos aduaneiros, maior transparência e a redução de barreiras técnicas, sanitárias e fitossanitárias”.
Com o tratado Mercosul/ EFTA, os países-membros “reconhecem as dimensões econômica, social e ambiental do desenvolvimento” e o acordo “reforça o compromisso das partes com a proteção do meio ambiente, da biodiversidade e dos direitos humanos”.
As negociações do acordo entre os dois grupos de países começaram em 2017 e se encerraram no ano passado.