
Na mais recente polêmica envolvendo o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), e o governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), relacionada ao Carnaval de 2024 na Beira-Mar, muito se tem falado sobre a autoridade do chefe do Executivo Municipal.
É dele a prerrogativa de dar (ou não) autorizações para eventos em qualquer parte da cidade.
Isso é um fato.
Se o Governo do Estado, durante todos os últimos anos, tem feito Carnaval na Beira-Mar, isso se deve ao fato de que a Prefeitura autorizou – desde a gestão Edivaldo Holanda Júnior (sem partido).
Ou seja: se Braide quiser mesmo fazer a festa deste ano no local, basta autorizar o Município a fazê-la – e desautorizar o Estado.
O debate, no entanto, não está na autoridade do prefeito – isso parece óbvio. O que se questiona é: por que só em 2024, ano de eleição, Braide decidiu fazer o eveto justamente no ponto que acabou virando uma marca do Carnaval do Governo do Maranhão?